Goma de Mascar "On" - Anúncio de Página de Revista.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Comportamento do Consumidor da Internet
Estamos vivendo uma era totalmente digital, podendo conhecer qualquer parte do mundo com apenas um click, e não seria diferente no mundo do marketing. Com isso, foi criado “O Marketing Digital”.
Com a evolução dos eletrônicos cada vez mais rápida, foi uma maneira muito fácil de incluir as vendas neste mundo. O consumidor tem total liberdade para pesquisar entre inúmeros sites que fornecem o mesmo produto, e escolher entre preços e qualidade para que assim seja efetuada uma boa compra.
Muitos consumidores optam por este método de compra pela praticidade, já que com um click é possível encontrar o que se precisa sem sair de casa e ter o estresse de enfrentar filas gigantescas, e com preços bem acessíveis.
Uma pesquisa feita por Gonçalves (1998) mostra que há consumidores que rejeitam esse estilo de compra por motivos variáveis. Entre eles, a dúvida de se o produto solicitado irá chegar; e se chegar, se estará em um bom estado. Na maioria das vezes, compras maiores (como, por exemplo, móveis e eletrodomésticos) também não são feitas online, e isso, porque um dos receios dos consumidores, além dos exemplos citados acima, é o fato do consumidor ter que confiar totalmente na loja, o que dificulta esse tipo de compra. Porém, a satisfação dos consumidores neste meio vem aumentando cada vez mais.
Esse estilo de compra é formado por sete passos, sendo eles Comodidade, Atendimento pessoal, Conteúdo informacional oferecido pelo site, Apresentação e interface da Home Page, Segurança, Taxa e tempo de entrega, e Oferta de produtos.
A maior diferença entre esses dois estilos de compra é que, no modelo social há regras que são baseadas nos grupos sociais, enquanto na compra executada pela internet, além de ter a comodidade, menor desgastes dos consumidores e o maior número de informações possíveis referente a determinando produto, tem também a facilidade de compra de todos os grupos e classes sociais.
Então é possível notar que a tecnologia trás varias maneiras de utilizar a internet como um meio mais fácil de se vender para todos os públicos.
Fonte: GIGLIO, Ernesto Michelangelo - O Comportamento do Consumidor. 4ª Edição.
Etapas da Compra e Pós-compra.
Hoje em dia, o mais comum é termos várias formas de compra, seja online, ou mesmo o método tradicional do consumidor se deslocar até a loja para assim efetuar a compra desejada. Por isso é tão comum ter tantos estabelecimentos 24 horas, entre eles as franquias de supermercados.
Mas o ato de comprar não é tão fácil quanto se parece. Para se realizar uma “boa compra”, tem que haver uma relação entre o consumidor e o seu fornecedor. Com isso, vem crescendo o número de empresas que estão investindo em técnicos especializados em relacionamento, para assim as empresas terem maior suporte.
Os métodos mais usados para ter essa relação com o consumidor são divididos em três níveis:
1º - É importante conversar com o consumidor antes da compra, para assim obter informações de gostos, características ou até de compras passadas;
2º - Com isso, o consumidor se sente a vontade para comentar sobre suas compras anteriores, ou até mesmo experiências de amigos ou parentes;
3º - Neste momento já há uma certa confiança entre fornecedor e consumidor, tendo uma boa oportunidade de compra.
É muito usado nos modelos de compras a tipologia, classificando os consumidores como racionais ou impulsivos, ou seja, compra rápida ou demorada.
Também é usado o modelo de Assael (1998), - sendo um dos modelos mais conhecidos no momento de compra - estudado muito por acadêmicos e estudiosos de Marketing. Já no modelo de Cohen (1999), é um processo mais organizado de acordo com os variáveis mostrados nas negociações.
O pós compra também é um passo importante pois é neste momento que o consumidor avalia o produto adquirido, chegando a uma decisão se foi uma boa compra ou não.
Fonte: GIGLIO, Ernesto Michelangelo - O Comportamento do Consumidor. 4ª Edição.
segunda-feira, 30 de março de 2015
O
Comportamento do Consumidor Inserido em um Grupo Social
Parte da sociologia e da psicologia social tem procurado
explicar o consumo a partir da análise “grupo” e não “pessoa”.
O princípio básico dessa abordagem é que as regras
determinam os papeis sociais e podem ser fortes o suficiente para determinar
também os tipos de produto e serviços a serem consumidos.
Ao se falar de grupo é importante falar da convivência,
de influência reciproca, e as relações entre as pessoas. Sendo que em um grupo
só existe quando é regulado um conjunto de regras.
Há uma diferença entre aglomeração de pessoas e um grupo,
ou seja, um grupo reside na existência de conhecimento e na disseminação de
regras compartilhadas.
O nascimento de um grupo, portanto ocorre quando os
participantes criam as primeiras regras.
Podemos levar em
conta como exemplo de grupo a família, já que a função dos pais é prever a
sobrevivência de seus filhos até eles terem condições de inverterem as funções.
Fonte: GIGLIO, Ernesto Michelangelo - O Comportamento do Consumidor. 4ª Edição.
Para facilitar o desenvolvimento dos trabalhos, os
administradores adotam tipos no marketing. Para discutirmos o público–alvo, usamos critérios da tipologia tornando mais fácil este processo
,generalizando e classificando.
Com a generalização cria consequentemente uma classifição,
facilitando o encontro do público–alvo, podendo assim traçar um plano de
marketing.
Como são inúmeras classificações, a escolha da tipologia
é determinante, pois cada produto há um público–alvo, tornando um sucesso ou
fracasso. Na tipologia há aspectos diferentes e semelhantes.
Uma destas tipologias é o critério demográfico: onde agrupa–se por alguns aspectos como, sexo, idade, classe social, estado civil etc., traçando um perfil para determinado produto.
Características de personalidades servem para ter uma
análise mais completa
do consumidor . Tipologia apoiada pela psicologia, onde
conclui-se que: a personalidade de um indivíduo adquirido na infância,
raramente modifica -se.
Os traços de personalidades podem ser divididos em três
grupos:
Traços cognitivos, que é responsável pela lógica de um raciocínio.
Traços emocionais, onde define cada perfil de consumido e como por exemplo um introvertido
e o oposto do extrovertido determinado assim seu perfil de consumo.
E por último, atitudes que basicamente um julgamento, ou disposição afetiva a determinado objeto,
fato ou pessoa, podendo ser identificado através de pesquisas de campo.
Estilo de vida, que está relacionado como a pessoa aproveita
seu tempo livre, como ela sai da rotina.
O ciclo de vida do produto basicamente é saber quanto tempo
determinado produto vai continuar sendo visto como novidade.
O marketing global é uma tipologia onde rompeu barreiras que independente da cultura, idioma, pessoas, etc., compartilha da mesma ideia de
consumo.
Fonte: GIGLIO, Ernesto Michelangelo - O Comportamento do Consumidor. 4ª Edição.
As diferentes formas de coletas de dados em uma pesquisa de mercado
Existem diferentes formas
para se estudar o perfil de consumo de determinado grupo. Baseado em dois
artigos elaborados por alunos de graduação, foi possível notar que uma mesma
pesquisa voltada para o mesmo perfil de um público, pode ter diversas
abordagens e resultados opostos.
O primeiro artigo (O que
motiva e determina a compra e o consumo de chocolate) abordou o
autopreenchimento para a coleta dos dados, e concluiu que o ato de comprar o
chocolate parte do lado racional, do instinto e impulso de comprar o alimento.
Porém, também concluiu que o fato de consumi-lo está interligado com o lado
emocional, pois há a necessidade de suprir essa carência psicológica.
Já o segundo artigo
(Comportamento do consumidor: a dificuldade de escolha entre sabores e marcas
de goma de mascar) abordou a discussão em grupo em meio a um moderador. Concluiu-se
que as pessoas possuem a necessidade de escolha, entretanto, quando há muitas
opções, o indivíduo não consegue mudar seus hábitos de consumo, fidelizando a
mesma opção de sempre.
Fonte:
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R1629-1.pdf
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2008/resumos/R3-0980-1.pdf
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